22/10/2026 - Banestes põe 5 mil maquininhas com marca própria na rua, com a Getnet, e mira alta de 35% na adquirência
VoltarPor Redação Mundo das Fintechs
O Banco do Estado do Espírito Santo (Banestes) anunciou nesta quinta-feira (22) o lançamento de maquininhas de cartão com identidade visual própria, feitas em parceria com a Getnet, credenciadora do grupo Santander. Mais de 5 mil equipamentos azuis, com a marca do banco, vão substituir parte dos terminais hoje em operação, segundo o Valor Econômico.
Banestes e Getnet trabalham juntos desde 2024. A oferta inclui dois modelos de maquininha, com possibilidade de isenção da taxa de aluguel, além de tap on phone (o celular do lojista vira maquininha), links de pagamento, venda pelo WhatsApp e soluções para comércio eletrônico.
O banco capixaba quer ampliar a base de clientes e de estabelecimentos e crescer mais de 35% na operação de adquirência ainda em 2026. Com a marca estampada no equipamento, a instituição também busca ficar mais visível no ponto de venda. O lançamento coincide com o mês em que o Banestes completa 89 anos.
“As novas maquininhas com a marca do Banestes simbolizam essa sólida parceria com a Getnet e reforçam nossa presença ao lado dos empreendedores capixabas, oferecendo tecnologia de ponta, condições competitivas e a confiança que só o banco do estado pode proporcionar aos seus clientes”, disse Carlos Artur Hauschild, presidente do banco, em nota.
“As novas maquininhas com a marca do Banestes simbolizam essa sólida parceria com a Getnet e reforçam nossa presença ao lado dos empreendedores capixabas.”
Carlos Artur Hauschild, presidente do Banestes, em nota
“Esta nova fase da parceria combina a proximidade do Banestes com seus clientes à tecnologia global de pagamentos da Getnet, que tem como objetivo conquistar novos clientes através de suas soluções personalizadas”, afirmou Caio Costa, vice-presidente de parcerias da Getnet.
Por que importa. O Banestes não montou adquirente: pôs a própria marca em cima da infraestrutura da Getnet e ficou com o relacionamento do lojista. É o mesmo modelo que abre espaço para fintechs: quem tem uma base fiel (cooperativa, associação, rede de franquias, ERP de nicho) pode oferecer maquininha com marca própria via subcredenciamento ou white label e ganhar em cada venda, sem construir a parte cara.
