Museu do Cartão de Crédito

04/12/2018 - Até 2022, tecnologia ´contactless´ deverá crescer 24% ao ano

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VALOR 

Por: Lia Vasconcelos 
 

Saem de cena o dinheiro de papel e o cartão de crédito e entram o celular, o relógio, a pulseira, o anel, o chaveiro e o que mais a imaginação permitir. Os dispositivos vestíveis, ou wearables, como meios de pagamento prometem ser o começo de uma revolução tecnológica rumo ao pagamento por biometria e reconhecimento facial.

Globalmente, de acordo com a Mastercard, uma de cada cinco transações feitas de forma presencial já é feita sem contato. Até 2022, a expectativa é que o mercado desse tipo de pagamento cresça 24% por ano. No Brasil, 2.700 cidades já estão aptas a realizar pagamentos via dispositivos vestíveis.

Com limite inicial de R$ 50 para transações sem senha, os pagamentos por aproximação são ideais para transações de baixo valor e situações que requerem maior velocidade de pagamento para diminuir filas, uma vez que levam cerca de meio segundo para serem concluídas e são sete vezes mais rápidas que os pagamentos com chip e PIN tradicionais.

Ainda de acordo com dados da Mastercard, a cidade de São Paulo é líder no número de transações sem contato com 230 mil transações realizadas em setembro deste ano. No Brasil, esse tipo de pagamento cresceu 344% no comparativo entre o segundo semestre de 2017 e o primeiro de 2018.

"Lançamos o primeiro wearable nas Olimpíadas, em 2016, mas mais importante que o dispositivo é o que está por trás: segurança, experiência do consumidor e universalidade, já que é possível usá-lo em qualquer lugar do mundo. Estamos testemunhando a desconstrução do plástico", diz Percival Jatobá, vice-presidente de Produtos, Soluções e Inovação da Visa.

De acordo com pesquisa da consultoria Wordplay feita no final de 2017, 87% dos brasileiros se dizem preparados para fazer compras por meio de dispositivos conectados. Segundo Jatobá, o wearable tem um nicho bastante específico. "A pulseira, por exemplo, tem caráter mais esportivo. Cada pessoa vai poder escolher o acessório com o qual mais se identifica", diz.

A CSU.CardSystem, divisão da CSU responsável pelas atividades de processamento e administração de meios eletrônicos de pagamento, recentemente lançou, por meio da plataforma CSU.Digital, pulseiras, adesivos e relógios integrados e 100% gerenciáveis pelo aplicativo mobile da CSU.Digital.

"A plataforma, junto com a segurança e parametrização, disponibiliza controle e autonomia para o consumidor que pode habilitar e desabilitar o uso do seu cartão de plástico, assim como o uso do wearable como e onde quiser", explica Anderson Olivares, diretor executivo da divisão. "Nosso objetivo é propiciar uma experiência completa, uma jornada digital para um novo tipo de consumidor", diz.

 

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